Seja bem vindo ao meu mundo de idas e vindas.
E que você venha e vá, mas volte sempre!

Passaram por aqui

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Medicine's lover

Esse é só o começo. O começo desse ano decisivo, ou não. É o começo de, no mínimo, mais seis anos de estudo diário, em busca daquilo que escolhi, ou melhor, que Deus escolheu pra minha vida.
Toda criança idealiza seu futuro com base na admiração de alguma profissão, mesmo sem saber muito bem como é. Eu quis ser bailarina, bombeira, policial, advogada, professora, juíza, cantora, atriz, escritora, jornalista... Mas nunca falei em ser médica. Eu tenho um exemplo em casa e sabia como era difícil, e só pensava que não queria isso pra mim, porque eu não entendia.
Um dia, em 2004, precisei ir pro plantão com a minha mãe e ela estava preocupada com a minha reação. Assim que chegamos no Centro Cirúrgico, ela me pediu para ficar na sala dos médicos enquanto iniciaria uma anestesia e eu falei que estava com medo de ficar sozinha. E era uma cirurgia neurológica, ou seja, um crânio seria aberto na minha frente, na frente de uma criança de 12 anos. Minha mãe disse: 'Filha, se você se sentir mal, você me fala que eu te levo lá pra fora' e assim fomos pra sala de cirurgia. Minha reação? Curiosidade. Perguntava sobre tudo! E não desgrudei os olhos da cirurgia e percebi que aquilo me agradava. Não a dor das pessoas, mas o esforço dos médicos.
Comecei a dar vários plantões de final de semana com a minha mãe e aprendi muitas coisas, já vi  muitas cirurgias e de muitos tipos. Eu ficava fascinada. Uma certa vez havia uma senhorinha de seus 85 anos para operar. Já ia ao hospital há uns 3 anos... E essa senhora não sobreviveu à cirurgia. Ela faleceu na minha frente. Foi a primeira vez que eu vi alguém morrendo. E eu me senti mal, como se eu, que não fazia parte da equipe médica, houvesse falhado. Ela me lembrou minha avó. E, naquele momento, eu sabia o que eu queria fazer: Medicina. Eu pensei 'Eu quero ser médica. Quero tentar salvar vidas, curar as doenças, aliviar a dor das pessoas. Fazer o bem.'. E ali eu havia tomado a decisão definitiva!
Hoje, almejo as melhores universidades, apesar de saber das dificuldades. Uma vida corrida, sem horários, sentimentos à flor da pele todos os dias, dificuldade da faculdade, vestibulares concorridos, 6 anos de faculdade integral de segunda a sábado, perder pacientes... Mas uma única coisa vale mais do que todas as dificuldades: a sensação de fazer o bem, ajudando alguém!
Agora batalho por esse sonho, essa realização. E é por isso que sinto prazer em estudar e me preparar pro meu destino e minha missão nesse mundo.
Eu amo a medicina, eu amo o ser humano. EU AMO A VIDA. 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Agora é que começa

Hoje, como eu havia dito, começou meu cursinho... Acordei às 5h, tomei banho, tomei café e bora pra Santos.
E a primeira impressão foi ótima! Minha sala tem mais de 100 pessoas e já conhecemos algumas pessoas. Estou mega animada e ansiosa por esse ano. Mas já me desesperei ao ver a carga horária e receber o material! É muita coisa! Quero conhecer meus professores e rezar pra não chegar nenhum 'César' da vida, mas lá não é o Novomundo, é o Anglo! Hoje eu ainda não tive aula, foram as boas-vindas, explicações, palestra etc; Amanhã já é pra valer!
Boa sorte pra mim e pros meus amiguinhos. Campanhas:
#DaniMed2010 #SassaMed2010 #RafaRI2010 #PepaADM2010 #Énóisnaspúbricamano! =D

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Vírgulas necessárias

Por causa do meu cursinho que começa amanhã, será mais difícil de atualizar aqui. Eu acordo muito cedo, chego depois do almoço, estudo e estudo e estudo e então terei tempo pro resto: internet, descanso e passar um tempo com a minha família. Mas farei o possível para postar sempre, porque isso faz parte de mim, das minhas distrações e sentirei falta.
Infelizmente são pausas necessárias... Mas não existirá um ponto final!
Mas eu farei valer a pena todo o esforço. Até logo e torçam por mim!

Conforto demais é desconfortável

'Conforto' designa e relaciona tudo aquilo que está adequado e adaptado, que consola e traz prazer, que é competente e apropriado ou ainda, que é convenientemente oportuno. O que nos remete a diversas conclusões sobre conforto. Assim questiona-se: o que priorizar quando estamos em busca do sentido ideológico de conforto? 



Durante a vida, as pessoas, de uma maneira geral, costumam acomodar-se, refugiar-se em sua “zona de conforto”. Acostumam-se com uma certa rotina, conformam-se a um determinado modo de vida, seja no âmbito familiar, social ou profissional. No entanto, a vida é essencialmente dinâmica. Assim, é preciso adaptar-se continuamente às mudanças que ocorrem, sob pena de estagnação e marginalização. 


As mudanças são desconfortáveis, trazem insegurança e ansiedade. Sim, nós sabemos. Mas são necessárias. É preciso preparar-se continuamente para os novos desafios que se apresentam todos os dias. Tudo é impermanente. A insegurança é a regra. Não podemos contar com a estabilidade nas relações sociais, profissionais ou comerciais. A todo o momento, surgem novidades.  É preciso acompanhar o progresso inevitável que ocorre a uma velocidade cada vez maior. 


Por que você deve sair da sua zona de conforto? Por que, se lá é tão quentinho e aconchegante? Eu lhe darei três boas razões: 


A primeira razão é que você será obrigado a sair um dia, por mais que resista. Ninguém passa a vida inteira sem encontrar dificuldades. A incerteza é um fato da vida, a única coisa da qual podemos ter certeza. Não temos que nos entregar a precipitações óbvias ou riscos derrotistas, mas podemos nos permitir correr riscos positivos em busca do crescimento e progresso.


Não podemos simplesmente optar por uma vida calma, sem nenhuma turbulência. Algum dia em algum lugar, algo nos fará passar por um teste para o qual não estaremos preparados e que gostaríamos não ter de enfrentar. Corra riscos. Não espere sempre por uma garantia. Não temos de ouvir: "- Eu não disse?". Depois de um erro, sacuda o pó e caminhe para o sucesso.


A segunda razão é que, como seres humanos, (ainda) acredito que procuramos maneiras de nos refinar e melhorar. Temos, dentro de nós, a capacidade e o desejo poderoso de melhorar nosso protótipo. E só podemos fazer isso nos esforçando e testando. Experimente. Tente algo novo. Dê mais um passo. Temos estado presos há muito tempo. Temos nos segurado há muito tempo.


Quando crianças, muitos de nós foram reprimidos do direito de experimentar. Como adultos não é diferente; continuamos nos privando deste direito. Agora, é hora de experimentar. Permita-se provar coisas novas. Deixe-se tentar por algo novo. Sim, você cometerá erros, mas a partir desses erros você conhecerá quais são seus valores. Algumas coisas não apreciaremos. Isso é bom, pois saberemos um pouco mais sobre quem somos e o que não gostamos. Outras coisas nós apreciaremos. Elas funcionarão com nossos valores, com quem somos e contribuirão com a descoberta de coisas importantes e enriquecedoras para nossa vida.

A terceira razão pelo qual você deve sair da sua zona de conforto é simplesmente que sua vida se tornará muito mais interessante. Sei que você não quer uma vida monótona, previsível. Quem leva uma vida segura e previsível nunca saberá que pessoa extraordinária realmente é. Torne desafiadoras as circunstâncias de sua vida para que sua grandeza possa subir à superfície. Para alcançar a plena realização, em todos os sentidos, o ser humano precisa estar sempre em movimento, em ação. Necessita descobrir novidades, participar da vida em comunidade, da política local e nacional. Precisa agregar valor a si e aos outros, contribuir, de alguma forma, para o progresso da humanidade.

O que fazer em tal contexto?  Em primeiro lugar, acompanhar de perto o constante desenvolvimento, em todos os setores da vida. Manter-se bem informado a respeito de tudo que seja relevante para a qualidade da vida, o bem-estar, o progresso material e espiritual de si próprio, da família, da comunidade.


Em segundo, manter ativo o processo permanente de desenvolvimento pessoal, a nível psicológico, espiritual e profissional. Mas isto requer motivação, força de vontade, desprendimento. A motivação ocorre naturalmente quando se vislumbra a satisfação de uma necessidade real e atual, quando se destaca um benefício concreto. Mas, muitas vezes, não ocorre a consciência de uma real e atual necessidade. Ou, então, não se vislumbra a satisfação concreta de uma necessidade consciente. Ou, em outra hipótese, não se acredita na possibilidade de se verificar um efetivo  benefício  em razão de determinada atitude.


Sair da concha. Abandonar a zona de conforto é uma providência absolutamente necessária para a manutenção de uma vida digna, plena de qualidade,  satisfação e  conforto. Parece paradoxal sair da zona de conforto para conquistar maior conforto. Mas é exatamente isto o que acontece: a estagnação conduz ao desconforto, a uma vida marginal, sem sentido.


É como uma lagarta. Viveu sua vida em movimentos lentos, difíceis e se rastejava. Ninguém ia muito com sua cara, não era bonita. De repente, ela se envolve em um casulo e lá permanece, protegida e quentinha, até surgirem asas. O que fazer com elas? E ela voará na forma da mais bela borboleta. Ela sabia o que seria dela? Como voaria? Não. Mas ela jamais descobriria se não houvesse se metaforfosiado e tentado. Assim surge a bela borboleta que ao voar conquistaria o céu.


Em poucas palavras: desconforte-se!

Insatisfação contínua


O tempo é tão relativo... É bem como a frase da foto diz. Só sei que nunca estamos satisfeitos! Quando é pouco queríamos mais, quando é muito achamos demais... Nunca estamos satisfeitos.
Mas eu me encaixo principalmente na última parte: para aqueles que amam, o tempo é a eternidade :)

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Be a doll or be a woman?

Eu sempre gostei de ouvir histórias de tempos passados. Tempos distantes e longínquos, e outros tempos nem tão antigos assim. Acho interessante notarmos nas mudanças que ocorreram durante o tempo.
Quando eu era pequena - ou como diria meu namorado, criança, porque pequena eu ainda sou -, eu pedia para a minha avó contar como as coisas eram quando ela era pequena. E ela me dizia que as mulheres eram preparadas para serem boas esposas desde quando nasciam. Elas eram ensinadas a cuidar de crianças, comer de garfo e faca com um ano de idade e seus maridos eram escolhidos por seus pais. Elas cuidavam da casa, não trabalhavam e eram mordomas de seus maridos.
Ainda bem que não nasci nessa época. Eu seria o maior exemplo de 'fora das normas cultas da sociedade'. Não posso me imaginar sendo tão submissa assim. E acredito que mais ninguém que vive em nossa época pode, nem mesmo minha vó. As mulheres eram vistas de uma forma tão fútil, tão 'objeto'... Era como se fossem menos 'pessoa' do que os homens e mais boneca.
É isso: ser boneca. Eu nunca quis ser boneca - apesar de sempre achá-las lindas, com o cabelo e corpo perfeitos. Peguemos uma Barbie como exemplo. Elas sempre estão com a maquiagem no rosto, não choram, estão sempre de cabelo arrumadinho (a não ser que sua dona os tenha danificado), unhas feitas, sorriso no rosto e um corpo maravilhoso e sem nenhum esforço. Elas já nasceram assim na fábrica, e assim foram embaladas pra vida. O problema? A submissão. Elas tem dono! Eu quero sentir, fazer, ser, mudar, trabalhar e conquistar, tudo por mim mesma. Minha vontade e meu esforço.
(Não) Me imagino com alguém mandando em mim, não me deixando ser quem eu sou, decidindo minha vida por mim...
Bonecas são lindas sim, sorrindo e coisa e tal. Mas não tem sentimentos. Seus movimentos são limitados e controlados por alguém. Não, não quero ser boneca. Quero ser mulher.
Ah, saudade.
Saudade de estar lá todos os dias, de ver as mesmas pessoas todos os dias, de acordar cedo e dormir tarde todos os dias, de comer a mesma comida sempre, de me divertir, de voltar a ser criança, de realizar sonhos...
Saudade da Disney. Por enquanto, é só. É tudo.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Silenciar


Seja dono do seu silêncio
para não ser escravo de suas próprias palavras.

Mais, muito mais, do que saber o que dizer e quando dizer, é preciso que saibamos a hora de nos calar. Ora por estarmos errados, ora por não valer a pena e ora porque falar seria desnecessário.
Muitas vezes nós temos vontade de dizer a todos o que pensamos... Mas nem sempre é a melhor coisa, nem sempre serão bem interpretadas.
OK, eu também acho que a gente tem uma opinião formada e que devemos sempre ser fiel à ela, mas, para isso, às vezes nos exige o silêncio.
Pensar antes de falar é a melhor solução, porque o que se diz já está dito e não volta atrás.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Valor ou Sucesso?

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.
Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.
Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro.
Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles.
Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:
- Pronto, agora vai sarar!
E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos...
Talvez os atletas fossem deficientes mentais... mas com certeza, não eram deficientes espirituais!
Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique ter que diminuir os nossos passos...

"Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é consequência!" (Albert Einstein)


E não se esqueça de que todos somos iguais. Devemos fazer pelos outros o que gostaríamos que fizerem para nós. Ajude o próximo e receberá o dobro de coisas boas.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Escola e suas lições (da vida)

Uma das fases mais atribuladas da vida de qualquer pessoa é a fase escolar. Algumas pessoas entram na escola no maternal, aos 2-3 anos. Outras já entram maiores. Eu comecei na escola aos 4, por vontade minha e contra a dos meus pais.
Na escola, logo no início, você faz amigos. Você brinca, come junto, aprende junto e passa por ótimos momentos. Nessa época, ninguém é excluído, discriminado ou julgado, porque para uma criança, todos são iguais.
Quando você vai crescendo, começa a aprender a escrever e a ler. Ali você descobre o mundo. É a partir desse momento em que você cresce. Cresce não apenas de tamanho, mas seu cérebro começa a se desenvolver e sua capacidade de discernimento aumenta também.
Depois começa a fase chatinha, onde tem intrigas bobas, grupinhos, briguinhas... mas é também quando percebemos os amigos que continuaram conosco e os que sumiram, e os novos, aqueles que acabaram de chegar. E assim vai até o final. Geralmente na pré-adolescência e na adolescência as pessoas começam a definir seu caráter e tudo pode acontecer.
Eu estive na escola por (longos) 14 anos. E nesse tempo eu aprendi muitas coisas: ler, escrever, falar coisas novas, brincadeiras, pintar, matérias fáceis, matérias difíceis, o primeiro palavrão, o primeiro xingamento... Mas o que mais fixou em mim foram as lições pra vida.
Ser humano, batalhar pra ser recompensado, depender somente de mim mesma... Aprendi a estudar, a me dedicar e a ser amiga. A melhor coisa que levarei dos anos de escola são os amigos que conquistei. Foram muitos, e muitos deles (costumo classifica-los como os 'verdadeiros') continuam.
É tão bom relembrar juntos dos momentos que ficaram pra trás. Eles ficaram na escola, e se tornaram lembrança a partir do momento em que cruzamos o portão pela última vez. Foi a última vez em que nos vimos como amigos de escola. Hoje, os vejo como amigos da vida. Que tiveram as mesmas lições que eu, passaram por muitas coisas exatamente iguais às que eu passei e que estiveram comigo durante muito tempo.
Nessa escola, você faz inimizades, descobre a falsidade e a falta de sensibilidade de muitas pessoas, mas ela sempre tem algo bom pra você. Essa última é a escola da vida e nela que você estará com quem conheceu na outra escola... Seus amigos.

Valentine's Day

Happy Valentine's Day for everybody that discovered the love...
Love is the deepest feeling that the human ever see.
I love. :)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010


"Eu não quero ficar sentada e esperar que coisas boas aconteçam. Eu quero fazê-las acontecer... Eu quero estar no controle do meu próprio destino." 
Drew Barrymore

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Beleza, inteligência e um algo mais


Há pessoas que querem ser bonitas pra chamar atenção, outras desejam a inteligência pra serem admiradas... Mas há algumas que procuram cultivar a alma e os sentimentos; Essas alcançam o carinho de todos, porque além de belas e inteligentes, tornam-se realmente PESSOAS!

(re)Conquistar

Conquistar alguém é uma dádiva. Ao conquistar as pessoas, você torna-se bem quisto e ganha alguém com quem contar sempre.
Mas, como já dizia o poeta... Os sentimentos são como um jardim, onde nós plantamos as sementes, mas para que elas cresçam e se mantenham vivas, nós precisamos cultivá-las. Isso se faz com o tempo, com paciência e com amor.
Reconquiste as pessoas. Conquiste-as todos os dias.
Pequenos detalhes na convivência e no dia-a-dia são suficientes para grandes conquistas!

O que fazer?
Dar um "Bom dia!" acompanhado de um belo sorriso :)
Um abraço sincero e apertado.
Um beijinho na bochecha :*
Um "Lembrei-me de você"!
Telefonemas (Beijo, me liga)
Uma conversa.
Momentos agradáveis.
Compartilhar planos, sonhos e segredos.
Ter consideração, respeito e carinho.
Dar um vaso de flores, um buquê, uma rosa ou uma flor roubada no jardim do vizinho.
Matar a saudade... Não deixe que o tempo separe as pessoas de você.
Um telefonema de madrugada.
Ser simpático.
Brindar à felicidade!

Perguntar como a pessoa tem estado.
Rir sempre. Muito e sinceramente.
Simples demonstrações de preocupação e cuidado...
Enfim, as reconquistas são tão simples, tão fáceis e ao mesmo tempo tão boas e significativas!

Não permita perder quem você gosta. Não perca por descuido.
Controle tua própria vontade de ser egoísta, teu relaxamento pela vaidade.
Cuide tua presunção da certeza, teu excesso de "nãos", tua falta de "eu te amo"...
Reconquiste as pessoas dia após dia.
Cuide para não perdê-las aos poucos, e se perder... 

RECONQUISTE-AS NOVAMENTE!

Viver é um espetáculo imperdível!


Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência.
Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções...
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar o autor da própria história. É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar que precisa de alguém. É ter capacidade de dizer "eu te amo".
Faça da sua vida um canteiro de oportunidades. Que na primavera você seja amante da alegria. Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, comece tudo de novo, pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita.
É usar as lágrimas para irrigar a tolerância, usar as perdas para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade, usar a dor para lapidar o prazer, usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz... Pois a vida é um espetáculo imperdível!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Sua vida é o hoje!

Unwritten


I am unwritten, can't read my mind, i'm undefined
I'm just beginning, the pen's in my hand, ending
Unplanneded
Starring at the blank page before you
Open up the dirty window
Let the sun iluminate the words that you could not
Find
Reaching for something in the distance
So close you can almost taste it
Release your inhibitions
Feel the rain on your skin
No one else can feel it for you
Only you can let it in
No one else, no one else
Can speak the words on your lips
Drench yourself in words unspoken
Live your life with arms wide open
Today is when your book begins
The rest is still unwritten

I break tradition, sometimes my tries, are outside the
Lines
We've been conditioned to not make mistakes, but i
Can't live that way
Staring at the blank page before you
Open up the dirty window
Let the sun illuminate the words that you could not
Find
Reaching for something in the distance
So close you can almost taste it
Release your inhibitions
Feel the rain on your skin
No one else can feel it for you
Only you can let it in
No one else, no one else
Can speak the words on your lips
Drench yourself in words unspoken
Live your life with arms wide open
Today is when your book begins
The rest is still unwritten
Feel the rain on your skin
No one else can feel it for you
Only you can let it in
No one else, no one else
Can speak the words on your lips
Drench yourself in words unspoken
Live your life with arms wide open
Today is when your book begins
The rest is still unwritten
Staring at the blank page before you
Open up the dirty window
Let the sun illuminate the words that you could not
Find
Reaching for something in the distance
So close you can almost taste it
Release your inhibitions
Feel the rain on your skin
No one else can feel it for you
Only you can let it in
No one else, no one else
Can speak the words on your lips
Drench yourself in words unspoken
Live your life with arms wide open
Today is when your book begins
Feel the rain on your skin
No one else can feel it for you
Only you can let it in
No one else, no one else
Can speak the words on your lips
Drench yourself in words unspoken
Live your life with arms wide open
Today is when your book begins
The rest is still unwritten
The rest is still unwritten
The rest is still unwritten



Essa música é uma realidade.
Ninguém pode fazer certas coisas por nós.
Leia a música e pense sobre ela. Em mim ela surtiu grande efeito desde a primeira vez que a ouvi.
HOJE É O DIA EM QUE SEU LIVRO COMEÇA
e o autor da sua vida é você!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

HouSentimentos

Muitas vezes eu me pergunto sobre o humor das pessoas e em como as julgamos por um momento, apenas.

Certa vez, há algum tempo atrás, ouvi falar sobre um seriado - coisa que, até então, não me atraía. Me disseram que era um seriado médico diferente. O personagem principal era um médico sádico, cheio de marra e que não era bem visto pelos outros. Isso me chamou a atenção e resolvi assistir o seriado para tirar minhas conclusões.
Ao assistir, me deparei com um homem de meia idade (40-50 anos), solitário, com poucos amigos. Alguém que irritava profundamente os outros mas que tinha um toque diferencial que o tornava 'atraente' aos olhos de quem o via. Ele tinha coragem de dizer o que pensava, muitas vezes portando a ironia a seu favor. Ele jamais sorria ou demonstrava afeto a alguém. E geralmente escolhia seus pacientes de acordo com o grau de interesse que esse caso despertava nele. Mas uma coisa ninguém contestava: sua capacidade em diagnosticar os pacientes. Mau-humorado, anti-social, cético e sarcástico, Gregory House é principalmente brilhante.
Alguém como ele, julgado pelas caras que tem, pelas máscaras que usa dia após dia, sofre. Sofre porque ninguém é estável o tempo todo. Ninguém é alguém. Como eu já disse em um post antigo, nós estamos alguém. Ele, por fora, tem cara de mau. Por dentro, ama, sofre, sente saudades e vive sua vida sendo feliz do seu jeito.
Acho injusto taxarmos uma pessoa de 'brava' por um momento de nervosismo dela, coisa que todos nós passamos. Ou então, dizer que ela é 'alegre'. Não existem pessoas alegres. Elas ficam alegres, então, se tornam sorridentes. Mas isso nunca dura para sempre. Elas param de sorrir, pelo menos para dormir. (Antes fosse só nessa hora...) Mas pensa: Por que chorar quando podemos apenas rir?
E eu te respondo: A gente tem que sentir. Se queremos estar alguma coisa, ou falando no 'português coloquial', se quisermos ser alguém, precisamos ser verdadeiros, não só com os outros - porque isso é o que menos importa -, mas com nós mesmos. Eu estou feliz? Então posso rir, ou chorar de emoção, ou ainda dançar, cantar, sair. Estou triste? Posso chorar, posso ouvir uma música, escrever para desabafar, conversar com alguém... Ou posso fingir que nada aconteceu. Me fazer forte, engolir o choro e seguir em frente sorrindo.
Eu aprendi que o sorriso é a palavra que a alma não pode dizer, assim como a lágrima. Então, a melhor maneira de não ser Gregory House na vida real é ser sincero com seus sentimentos. Mas, seja como House no seguinte ponto: seja um sucesso.

Excesso de qualidade gera defeito.

Eu não sei ser maré baixa. Não sei ser rasa, ser pouca água. Eu sou turbilhão... maré alta... cachoeira... Por isso se não tiver muita água, prefiro não ter praia.


A vida acontece num tempo diferente do tempo do meu egoísmo. Aceitar isso é sabedoria. 
O tempo tem sua própria duração, independente de mim. O tempo é uma ilusão da existência material.


Mergulhei em mim, entrei em minhas fragilidades. Era um território estranho; conhecido, mas disfarçado.
Logo de cara vi minha hipocrisia. Sempre tão discreta, tão velada. Andava se esquivando, se escondendo em mim, como se devesse algo a mim mesma!
Conheci meus preconceitos. Exclamei:
- Vocês por aqui? Achei que já não faziam mais parte de mim!
Eles, sempre orgulhosos, responderam: 
- Ah! Já somos enraizados. Temos essa boa desculpa conformista pra existirmos em você.
Tomei um susto quando encontrei minha vaidade. Parecia um pavão se expondo com suas belas plumas erguidas. Parecia uma sereia, perdida no egoísmo de seus próprios cabelos. Sempre tive uma relação curiosa com minha vaidade. Ela sempre me deixou vulnerável. Minha vaidade é burra, me vende por pouco. Às Vezes por um elogio, que nem precisa ser sincero. Achei melhor nem falar com ela.
Reconheci as velhas amigas: teimosia, preguiça, determinação... 
- Olá! Vocês tão sempre por aqui, né?  – cumprimentei com um aceno de mão.
Dei uma espiadela na minha ignorância. Para variar, ela estava preocupada com algum detalhe desprezível e nem me viu passar.
Onde estava minha parte sã? Será que ela fica separada do resto pra não contaminar? O que fazer com tudo aquilo que era tão feio, mas era tão “EU”?


Clarice Lispector diz que 'nossos defeitos são colunas que sustentam nosso existir'. Lindo, poético, confortante e verdadeiro. Mas naquele mergulho, nem Clarisse me acalmou. 
Porque, defeitos? Não somos imagem e semelhança de algo maior?
Esses papos complexos sempre me despertam a fome.
Foi ai que eu encontrei a Gula:
- Olá! A senhora anda sumida, hein? Aconteceu alguma coisa? Deu uma emagrecida... Tá mais bonita!
Ela nem me respondeu. Tava meio magoada com essa nova fase da minha vida. Mas ela é tinhosa, tinha certeza que poderia voltar a correr nos campos de meu descontrole. 
Às vezes desconfio que a Gula, a Compulsão e a Ansiedade - primas inseparáveis -, andam aprontando alguma coisa na surdina. Estavam muito quietas. E tenho medo de qualquer silêncio. 
(Pausa Dramática)


Somos feitos só de virtudes! Os defeitos nascem do uso exagerado de algumas qualidades: minha ótima memória usada ao extremo me faz rancorosa. E minha determinação, quando cega, me faz teimosa. 
Tenho tanto medo dos meus impulsos... Preciso aprender a respirar... Minha consciência precisa de ar pra funcionar. Antes de deixar o impulso explodir, preciso levar ar pra minha consciência para que ela possa agir!
Quero a plenitude duradoura! 


Dosar Conscientemente meus defeitos. 
Domar conscientemente minha impulsividade. 
Achar o tal do equilíbrio... Luz!


Texto (modificado) de Carolinie Figueiredo.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

3 anos e 5 meses s2


3 anos e 5 meses ao lado de alguém me que completa.
Alguém que me faz feliz, que está comigo em todos os momentos. Quem me ajuda, me ouve, me apoia, me ama, me dá carinho, me diverte, me irrita, me faz sonhar, me faz viver.
Alguém humano, bondoso e especial. Alguém que tem sonhos, que é batalhador e que me protege.
É tão bom quando encontramos o nosso "alguém". E se esse alguém te faz feliz então, melhor ainda.
Só posso agradecer por tudo que construímos juntos. Pelos sonhos que realizamos e pelos outros que idealizamos juntos. Por todos nossos altos e baixos nesses 3 anos e 5 meses em que estamos juntos. Por tudo que fizemos juntos, por tudo que vivenciamos e aprendemos um com o outro. Pelo amor que tenho recebido nos últimos 1242 dias da minha vida.
Obrigada por ser o meu namorado. Obrigada por ser meu amigo. Obrigada por ser meu companheiro. Obrigada por ser tudo que preciso.
Por mais que tenhamos nossas problemas - e quem não os tem? - eu não poderia querer outra pessoa. Você é quem eu quero até o fim. Eu te amo, sempre.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Sorte Inesquecível


Eu sei que já postei aqui sobre sorte, mas dessa vez quero contar um fato que não me deixou dúvidas em que fui sortuda.
Ano passado eu estava fuçando Orkut a dentro e entrei numa comunidade da Beyoncé. Eu sou fã dela há muito tempo, mas nunca tinha olhado aquela comunidade específica. Lá estava dizendo "Beyoncé no Brasil" em um tópico. Eu surtei, né, óbvio.
Entrei no tópico e nas mensagens dizia que ela viria em 2010 pra cá, mas, até então, sem datas marcadas ou locais dos shows. Fiquei na ansiedade, na espera até sair as datas. Sairam. Mas os ingressos demorariam ainda.
Falei pro meu pai que queria de presente um ingresso, porque queria ficar na pista Vip porque não queria vê-la de longe. E ele concordou. Até então, tudo certo. Até sairem os preços. Eu quase caí de costas quando vi o preço da Pista Vip (R$ 600) e avisei meu pai que eu pensaria, porque tava caro e eu também vou tirar carta logo, que também é bem carinho.
Até desisti. Mas estava me remoendo, chateada mesmo, porque não iria ver a minha DIVA aqui, sendo que ela nunca havia vindo e seria difícil ela voltar tão cedo.
Até que, quarta-feira, dia 03, meu padrinho ligou aqui em casa para confirmar o horário de uma festa surpresa que meu pai me faria e disse que se fosse no sábado ele não poderia ir porque estaria trabalhando. Ele trabalha na empresa de publicidade e organização de shows da irmã dele. E meu pai perguntou que show era e, quando ele disse Beyoncé meu pai não acreditou. Depois de ter desligado o telefone ele me contou e eu tive um troço na hora, né! Mas como era próximo ao show, achei que seria difícil ele me dar um ingresso, e eu estava morrendo de vergonha de pedir... Mas na quinta eu tomei coragem e pedi, e ele disse que me avisaria.
De quinta pra sexta eu simplesmente não dormi de ansiedade. Aí ele me ligou e disse que eu poderia ir, mas que eu iria sem ingresso. Entraria junto com a Tati (filha dele) e o marido dela. Eu fiquei MEGA feliz e ainda mais ansiosa. Pra ajudar, ficamos com credenciais! Tem noção? A gente tinha acesso livre a tudo lá! Eu passei pela porta dos camarins tanto da parte da Ivete como da Beyoncé e por toda parte interna do negócio! Nossa, que emoção!
Vimos a Ivete chegar de carro! Assistimos ao show sabe de onde? Da pista vip!
Eu nunca pensei que eu conseguiria ir. Eu já tinha desistido! E eu fui. Fui, fiquei onde eu queria e não paguei nada! Foi incrível. Absolutamente tudo incrível! Ambos os shows foram ótimos e deixaram memórias que nunca vou esquecer. E outra... De sexta pra sábado eu sonhei que ela perguntava quem havia feito aniversário desde o começo do ano e que cantou parabéns pra todos (o que, no caso, incluia a mim) e, no final do show, adivinha a pergunta dela... Ela cantou mesmo parabéns para os aniversariantes!
Ela dá um verdadeiro show. Coreografias, ela dança muito bem, canta absurdos, é linda, com roupas maravilhosas e com um sorriso no rosto de dar inveja. Ela não só canta como encanta, dança, brilha, interpreta e dá vida às suas músicas. Ela disse que foi o show com maior público que ela fez, que ela amou o Brasil e seus fãs daqui e que não vê a hora de voltar! E as músicas foram muito bem escolhidas. Ela tocou as melhores! Mais perfeito, impossível!
Sorte? Acho que foi. Mas o que me importa é  a palavra inesquecível.
06.02.2010 - Beyoncé's show (I'm...Sasha Fierce's concert) - EU FUI!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Exercer a cidadania, não apenas exigi-la.


Vamos começar inventando uma história, não tão fictícia assim. Vocês entenderão...
Conheçam João Paulo, um garoto de 16 anos. Há algum tempo foi decretada uma lei que possibilita ao jovem adolescente, a partir dos seus 16 anos, a votar em quem acredita ser o melhor representante de sua opinião perante o país, estado e a sua cidade. Aos mesmos 16 anos, João Paulo possui dois piercings (um deles nas genitais) e uma tatuagem que fez escondida de seus pais, o que é proibido perante a lei do país. Ele também já conseguiu tirar a carteira de habilitação com uma autorização especial. Trabalha em regime de recibos verdes numa loja de vestuário e portanto paga impostos. Recentemente assaltou uma bomba de gasolina e por causa disso, como já tem 16 anos, foi levado a tribunal e condenado a prestar serviço comunitário na Pastoral Universitária. João Paulo é um jovem normal de 16 anos.
Paralelamente começou a poder frequentar discotecas com esta idade e consumir bebidas alcoólicas – afinal, João é já um homenzinho. Começou há pouco tempo a namorar com Amanda, a qual engravidou, portanto casou-se com autorização dos pais de ambos e emancipou-se perante a lei, tornando-se responsável por si.
Falamos de um jovem que participa na sociedade ativamente, enquanto contribuinte, enquanto pessoa juridicamente responsável pelas suas atitudes, enquanto condutor, enquanto jovem militante de uma juventude partidária, enquanto consumidor, como cônjugue num casamento e, em breve, enquanto pai. Tem 16 anos é um fato, mas faz tudo que poderia fazer aos 18 – menos votar e comprar tabaco.
Os críticos do voto aos 16 anos podem argumentar que João é ainda imaturo e como tal, ainda não reuniu o conjunto de informações necessárias para poder votar com consciência. Acontece que João frequenta atualmente o 2º ano do Ensino Médio, tendo aprendido em História o que foi o 5 de Outubro, o 25 de Abril, a importância do 1º de Maio e da Revolução Liberal de 1820. Durante o último ano letivo, deu ainda os sistemas comunistas e fascistas, bem como a 1ª e 2ª guerras mundiais e até teve uma disciplina de Formação Cívica, que o alertou para a importância de encarar o voto como um dever cívico. Ainda o consideram imaturo e pouco informado? Não haverá eleitores muito menos preparados?
O voto é uma arma que deve ser atribuída a quem já tem idade para participar ativamente na sociedade, mas essa idade já não são os 18 anos. A lei eleitoral tem que ser adaptada ao sistema jurídico em que vivemos, não podendo continuar a existir defasada da atualidade. Fica desta forma lançado o desafio aos partidos políticos, para que legislem neste sentido, de dar voz eleitoral a quem já a devia ter por direito.
Usando o exemplo de João, pensemos que o futuro está nas mãos de quem vota. É a realidade - não tão boa assim - da nossa época. Há tanto que o mundo se transforma, mas a gente sabe - e digo isso como uma adolescente de 18 anos! - que os jovens saem da escola muito imaturos, que sua grande maioria não tem condições morais e psicológicas de entrar numa universidade, quem dirá escolher um representante político, ainda mais que os bons estão em abstinência.
Quatro anos é MUITO tempo, oito então... Pode parecer besteira, mas o político, por mais corrupto que seja, precisa ajudar a sua sociedade. Cabe a nós, jovens do futuro, escolhermos o que queremos de nós mesmos. A pessoa que você está colocando no poder pode lhe ser útil, criando possibilidades de emprego para os recém-formados, melhorias na educação e na saúde e ajudar o povo. Ou então, roubar seu dinheiro através de impostos exorbitantes, não fazer nada pela população e trazer regresso à sua vida.
Pense bem antes de votar. Faça o seu dever para receber seus direitos. O futuro sempre está em nossas mãos. Não cometa os erros dos nossos pais, avós e parentes passados. Escolha alguém que merece e que estará lá no poder não por si, mas pelo povo brasileiro, sofredor, acolhedor e batalhador.
Vote com consciência. Seja cidadão!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ansiedade. Idolatria. FELICIDADE!

Ansiedade s.f. Angústia, aflição, grande inquietude. / Desejo veemente, impaciência, sofreguidão, avidez. / Estado psíquico acompanhado de excitação ou de inibição, que comporta uma sensação de constrição da garganta.
O que me assola nesse momento é esse sentimento. Aliás, estou assim desde ontem. Eu sou tímida quando preciso pedir algo a alguém, não sei, me sinto mal. Mas larguei essa timidez para tentar conseguir uma coisa que queria muito. A resposta chegaria hoje e, pergunta se eu dormi essa noite... hahahaha
Eu sofro desse mal. Ser ansiosa. Não acho que seja não ter paciência de esperar, mas acredito que é a ânsia maior de chegar um determinado momento. Eu sempre fui assim.
Agora, então, estou tão feliz e ansiosa que minha barriga dói. Eu recebi a resposta e foi um SIM. Eu vou no show da Beyoncé! Vocês não imaginam o quanto eu estou feliz e agradecida e emocionada e tudo isso junto por ir. Ela é uma DIVA pra mim. E eu já tinha desistido de ir, por causa do preço do ingresso e tal. Mas meu padrinho trabalha com produção de shows e, quarta-feira eu fiquei sabendo que ele iria produzir o show da Bey. Nossa, eu surtei completamente. E quando recebi a resposta surte de novo.
Não dá pra explicar essa sensação. Amanhã vou vê-la, tirar foto dela... Ai, vai ser tão bom! Agora eu terei outras lembranças dela, pessoalmente, e não mais pelo DVD do show - no real sentido da palavra - dela.
Ai, espero que eu durma essa noite, porque eu espero estar muito bem pra aproveitar DEMAIS o show. E ainda, verei a Ivete! Ela que vai abrir o show aqui em São Paulo. OMG, tudo que eu podia pedir de presente. Obrigada, padrinho! s2
*-*

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Saber viver.

Não sei o que se passa na cabeça de vocês, mas na minha sempre existe o assunto 'vida'. É, é mais do que básico pensar em nossas vidas, afinal, sem ela nada somos, e é mútuo: não existimos sem ela e ela não vive sem nós. Será, então, que não devemos dedicar mais tempo à ela?
Tudo que fazemos - para os outros e para nós mesmos - nos traz consequências que afetam o quê? A vida. Por mais que a ignoremos algumas vezes, todos nossos atos contrinuem ou prejudicam nossa vida.
Assim é no dia-a-dia, nos simples gestos, em cada 'bom dia', nos estudos, na diversão, na família, nas amizades, nos romances...
Estamos vulneráveis a fazer coisas erradas que nos trarão experiências horríveis, e outras boas.
Saiba dos seus limites, tente superá-los quando para seu bem. Se supere, mas sem precisar pisar nos outros. Aproveite sua vida, sua família, amigos e amores. Curta a natureza, viaje.
A vida é bela sim, quem a desembeleza somos nós, pobres humanos que não sabem viver.
Tudo pode acontecer, e tudo vai depender de como você tratará sua vida, pois será da mesma forma que ela tratará você. E cuidado ao ultrapassar as barreiras impostas a você: algumas vezes elas servem para te fazer desistir, mas algumas elas servem de aviso.


E como diriam Erasmo e Roberto Carlos: "É preciso saber viver":


Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver

Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher
É preciso saber viver!

Reticências

Entender. Qual seria o verdadeiro entendimento se todos nós temos pontos de vista completamente diferentes?
Absolutamente tudo está aberto a diversos entendimentos. Para ser autor, escritor, cantor ou poeta, por exemplo, você precisa saber que o público poderá compreender seus textos, músicas e poesias de diversas maneiras e é preciso encará-las. Assim, você também pode descobrir outras visões de um mesmo assunto.
Algumas vezes nós falamos demais. Falamos pela boca, olhos, mãos e cotovelos. De que adianta falarmos tanto?    É quase sempre impossível as pessoas compreenderem algo do jeito que elas esperam que seja feito. Eu mesma, escrevendo esse texto, imagino o que pensarão quando lerem. A conclusão é que o entendimento vem de cada um, de várias maneiras diferentes e não deixam de estar certas à sua maneira.
Eu posso escrever um livro para contar minha vida, ou resumi-la em uma frase, e pode ser que a compreendam, ou não. Por isso, gosto de deixar sempre aquela ansiedade em que está lendo ou ouvindo minhas palavras. A melhor compreensão é aquela que vem de você, e tudo começa quando as palavras aqui terminam...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O mundo tá pegando fogo!

Imaginem um dia quente... Muito quente.
São esses últimos dias. E não é a toa. A culpa é nossa.

Muda, pois quando a gente muda, o mundo muda com a gente!

Think about it.

"Seja a mudança que você quer ver no mundo"

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Acorde, antes que seja tarde. Salve o Mundo!

Hoje foi um daqueles típicos dias que eu amo. Sol, céu azulzinho e sem nuvens, o mar lindo, brilhante e como uma piscina natural de tão tranquilo... Eu fui pra praia e, enquanto eu estava no mar, me deparei com uma cena que me deixou revoltada.
Dois garotos estavam pescando. Eles tinham entre 10 e 14 anos, ou seja, já tem uma certa consciência de seus atos. Ao terminarem as iscas - pequenos camarões rosados -, eles jogaram uma sacola plástica no mar - não perto da areia, onde as ondas poderiam, apesar de errado, trazer a sacola de volta à areia e sujar a praia -, já no meio da água. E lá se foram os garotos, e lá ficou a sacola. Eu vi o ato e na hora me subiu uma raiva. Me senti ofendida, agredida e magoada.
Como dois garotos podem ter a coragem de sujar o mar assim? Um dia tão lindo, a praia mais limpa após os turistas terem deixado a cidade e um saco de plástico ali no meio, atrapalhando a paisagem? Eles não pensaram nas consequências disso? Em quantos animais eles matariam? Em quanto tempo aquela sacola estaria ali, porque não se decompõe com facilidade? Esses garotos já estarão mortos e esse saco plástico ainda estará inteiro! São 400 anos até ele se decompor, assim como todos os outros objetos de plástico.
Tudo que vemos - animais mortos, cidades e praias sujas, lugares inundados... É SIM culpa nossa! Culpa de todos que não se preocupam em cuidar, mas que são os primeiros a criticar o estado desses lugares. Sempre falam 'a praia estava suja' e quem você acha que sujou? Com certeza foram as pessoas, e geralmente, os turistas.
É necessário se conscientizar. Esses últimos alagamentos se devem à questões naturais - também enfluenciadas por nós -, mas principalmente pela quantidade de lixo fora do lixo. São milhares de toneladas por dia!
Sabe aquela bolinha de papel que continha um número de telefone que você não vai mais precisar e joga pela janela do carro? Ela demorará de 3 a 6 meses para se decompor.
E aquele pano de chão que já tá todo sujo? De 6 meses a 1 ano pra ser comido pelas traças.
E aquele chicletinho que você masca antes de ir encontrar sua namorada e depois cospe ele no chão? Ele continuará ali por 5 anos, ou seja, às vezes dura mais do que muitos namoros por aí.
E depois de poluir o ar, seus pulmões e os pulmões vizinhos com seu cigarro... Aquela mísera bituca... Ela vai estar lá por mais 5 anos.
Sabe aquele guarda-roupa velho que você despejou no terreno baldio ou na calçada da rua abandonada? Mais 13 anos até os cupins tomarem conta dele.
Aquelas cordas de nylon continuarão no chão por mais de 30 anos.
E aquela Coca-Cola geladinha que mata a sua sede no verão, também matará muitas outras coisas, e te enterrerá, porque ela se mantém intacta no ambiente por 80 ou 100 anos.
O metal ainda ganha... Mais de 100 anos.
Ah, e aquela garrafa de vidro enterra toda sua família. 1 milhão de anos para sumir do mapa.
E os pneus que seu carro deixou careca demora, simplesmente, um período indeterminado para se decompor, por causa da sua derivação petrolífera.
Se não se importa, faça por alguém que você ama. Cuide do mundo, ele também é seu. Mas isso não te dá o direito de estragá-lo.
Não custa nada jogar o seu lixo no lixo. Faça a sua parte. Acorde pro mundo, acorde pra vida.

Você pode ter os lugares assim:
ou assim:
A escolha é sua.

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